A nossa aulinha de amanhã (em plena ponte) não devem aparecer muitos "meninos" será a aula de apresentação da sinopse definitiva do espectáculo "A Verdade da Mentira".
Há cerca de mês e meio que iniciámos o processo de criação de uma história que realmente envolva os nossos pequenos actores, com temas que lhes sejam familiares. E assim tem sido feito, fizemos o levantamento de situações das suas vidas que os aborreçam, que os irritem, que os desagradem.
Não foi difícil encontrar três temas bem fortes e a merecer consenso:
- dificuldade de integração (social, nos grupos)
- Bullying
- Falta de liberdade
Agora gostava de saber o que têm prazer, e sobretudo o que acham graça. Senão o texto pode cair na sensaboria, ou não?
As ideias não param, as dramatizações e improvisações vão se desenvolvendo, só cabendo a nós professores alimentar a ficção mantendo a coerência e lógica.
Promover a qualidade e credibilidade, é nosso objectivo sobretudo que os alunos se libertem de certos clichés, vícios e "facilidades" de Teatro que passaram para as telenovelas.
Nestas alturas, vem sobretudo à minha memória o maior professor de telenovela que tive: Carlos César, que me dirijiu em "Palavras Cruzadas", para além também de Nicolau Breyner, este mestre mais pragmático e sabedor do código genético da representação para Televisao.
Riqueza formal, riqueza de conteúdos, com uma linguagem cuidada, é o que se pretende para o nosso argumento.
Criação individual que se encontra no texto de autoria colectiva.
Estou ansioso









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