| # Cena | Constança | Filipa Cabecinha |
| 1 - Beatriz | No pátio aluna informa que a escola ainda não aderiu aos jogos florais | No pátio que ainda não estão inscritos para os jogos florais |
| 2 - Constança | No pátio vem informar que há um concurso de jogos florais e que aceita inscrição de um grupo | Alguém lança a ideia de se inscreverem |
| 3 - Filipe | 2 amigos combinam retirar uma carta da escola para falsificar o concurso – | Um quer bater no outro |
| 4 - Duarte | Dois amigos querem bater-se um no outro – | Dois amigos combinam falsificar um documento da escola |
| 5 - Filipa | Um grupo de amigos combinam falsificar a assinatura – | Falsificação do documento |
| 6 - Francisco | Um miudo ouve a conversa de vários amigos – | Irmão ouve a amiga a contar tudo |
| 7 - Inês | Irmandade de Santa Cecília – levar irmãos mais novos – | Cartaz |
| 8 - Inês | Cena de bullying – | Bullying |
| 9 - Joana | Sabota-se a mota do Nelo – | Um miudo quer sabotar a mota do mau |
| 10 - João Carlos | João Carlos faz a gravação da voz de um professor - | Gravar a voz do professor na aula para fazer uma montagem |
| 11 - JotaPê | À noite entram na escola para falsificar os emails. – JP | Cena à noite na escola para mandarem o documento falsificado aos pais |
| 12 - Inês Mendes | No pátio um grupo de alunos fala sobre as falsificações. – | Conversa no pátio |
| 13 - Madalena | Inscrevem-se ,mas a escola já se tinha inscrito, por isso têm de actuar duas vezes. Com perucas, bigodes, e óculos, etc. – | Inscrevem-se, mas a escola já se tinha inscrito, por isso têm de actuar 2 vezes (levam perucas e bigodes) |
| 14 - Mariana | Betos anunciam que vão ao concurso da escola – | Betos anunciam que vão aos jogos florais |
| 15 - Mónica Costa | Conversa betinhos e rufias sobre quem vai com papel ou não – | Dialogo de betinhos e rufias sobre quem vai aos jogos florais |
| 16 - Patrícia | Os professores no local do palco encontram elementos do grupo de mentirosos – | Os professores encontram os mentirosos no palco nos jogos florais |
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| 18 - Sara | Cantam com bigodes e barbas para os professores não os reconhecerem. – | Cantam disfarçados |
| 19 - Teresa Nóbrega | Poem os Betinhos a actuar, e como quem ganha é quem tem mais palmas, vai pôr as raparigas para ganhar – | Todos têm o mesmo numero de palmas |
| 20 - João Filipe | Nelo tem um acidente e quem o safa é o menino a quem ele bateu – | O mau tem um acidente, quem o salva é o menino a quem ele bateu. |
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A Constança e a Filipa escutaram as cenas que ía atribuindo aos colegas e fizeram a sua própria tabela. Deixaram a escrita da propria cena delas para depois, o que me pôs um bocado zangado. Mas depois eu num acto de contrição, pedi-lhes para me facultarem o óptimo trabalho que fizeram. Tal qual como na história, os professores não são donos da verdade, do tempo dos alunos, do que eles aprendem. O mundo está aí para ser desvendado, e tudo o que eles estão a fazer a cada momento está bem feito.
Tudo o que os meninos fazem. Fazem-no à maneira deles.
A grande lição desta peça está nisto: a liberdade que eles reclamam. O tempo que lhes é retirado para fazer o que gostam. Está aqui uma injustiça da nossa parte para com os nossos filhos.
Temos de ser nós a julgar a qualidade do tempo que eles querem gastar, mas primeiro há que os deixar fazer, ousar.
Nesta pasta encontra-se toidos os manuscritos que todos (do maior ao mais pequeno criaram na aula). Transcrevi o mais fielmente possível. (excepto os desenhos, e corrigindo erros ortográficos. Não são muitos).
Na enumeração e enunciação das cenas em aula o professor foi vago, provocando as questões dos alunos.
Há contradições, as cenas não são coerentes umas com as outras no tempo de acção, nos lugares, nos intervenientes. Aí os alunos imprimem por um lado a sua própria interpretação, por outro lado atribuem aspectos que só vieram enriquecer e tornar verdadeira a trama.
Professor, mas afinal os alunos já não vão para uma casa de fim de semana?
Pois parece que não porque vocês saíram desse aspecto da acção.









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