Hoje na Missa das 9h30 na Igreja do Lumiar, tive dificuldade em conter as lágrimas, na leitura desta carta de São Paulo. Pedem me sempre para fazer as leituras quando prefiro uma intimidade com Deus num recanto da Igreja.
Mas a Missa é uma comunhão, uma comunidade unida pelo Amor de Deus.
Os tempos andam como andam, e eu não sou de ferro.
Abracinho a todos os que gostam de mim, apesar de todas as imperfeições.
2 Cor. 12,7-10.
E porque essas revelações eram extraordinárias, para que não me enchesse de orgulho, foi-me dado um espinho na carne, um anjo de Satanás, para me
ferir, a fim de que não me orgulhasse.
A esse respeito, três vezes pedi ao Senhor que o afastasse de mim.
Mas Ele respondeu-me: «Basta-te a minha graça, porque a força manifesta-se na fraqueza.» De bom grado, portanto, prefiro gloriar-me nas minhas
fraquezas, para que habite em mim a força de Cristo.
Por isso me comprazo nas fraquezas, nas afrontas, nas necessidades, nas perseguições e nas angústias, por Cristo. Pois quando sou fraco, então é que sou forte.
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